Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

 A Fé é um sentimento inato que o ser humano possui a princípio em estado latente, mas que ele deve fazer crescer através da sua própria vontade.

 

Para a grande maioria das pessoas quando se fala na fé ela é compreendida no sentido religioso porque a ela estão associados todos os milagres que Jesus Cristo realizou.
 
Mas se reflectirmos bem sobre esta palavra ela tem duas vertentes. A fé humana, materialista e a Fé Divina.
 
Quando o homem tem um determinado objectivo e quer vencer, tem fé e é essa fé que lhe dá uma força interior extraordinária e ele sente em si mesmo que vai vencer.
 
Para aquele que acredita em Deus, que sabe que a sua vida é eterna aplica a fé no sentido amplo que a própria palavra indica. Ele saberá ter através da fé a força necessária para poder ser feliz porque sabe fazer verdadeiros milagres de caridade, do sacrifício e da abnegação.
 
Sem fé não poderá haver esperança, sem fé como poderemos fazer caridade e sem fé como poderemos ter amor?
 
A esperança e a caridade são uma consequência da fé.
 
E a fé desperta todos os sentimentos que conduzem o homem ao bem, é a base da sua regeneração.
 
Por isso todos deveremos fazer crescer a nossa fé e que ela seja forte e duradoura, pois se à mínima contrariedade ela acabar, acaba a esperança. E isto não é fé porque a fé sincera é dominadora e contagiosa.
  
Todo aquele que age com verdadeira fé consegue encontrar palavras convincentes que penetram na alma daqueles que não a possuem.
 
A nossa fé deverá ser verdadeira, deveremos acreditar que nunca estamos sozinhos, que Deus nunca nos abandona.
 
A nossa fé é a nossa força, com ela podemos ultrapassar todos os obstáculos e fazer os nossos próprios milagres. 


publicado por isabel-maria às 21:42
Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

O mundo é infinito, logo uma coisa infinita não tem principio nem fim.

 

Mas costumamos dizer que tudo tem um princípio meio e fim.
 
Se nos analisarmos, nós temos um espírito que é infinito e um corpo finito, logo o nosso espírito eterno não tem principio nem fim mas vive num corpo que tem um princípio e fim porque há um ciclo de vida que nasce, vive e morre mas também não tem fim, porque se transforma noutra matéria.
 
Poderá dizer-se que para tudo existe um ciclo, que quando chega ao fim se transforma noutra coisa por isso, nada tem fim.
 


publicado por isabel-maria às 23:30
Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

 No mundo não existe nada que seja nada.

 

Tudo tem o seu significado e tudo existe com uma finalidade por muito pequena que seja.
 
Tudo tem uma função.
 
Quando alguém pergunta – o que é que tens e nós respondemos não é nada – é alguma coisa senão ninguém perguntava o que tínhamos.
 
Num sitio onde alguém pergunta o que existe lá e se responde nada, alguma coisa existe, porque no sitio onde aparentemente não há nada alguma coisa há – um espaço vazio por muito insignificante que seja ele existe porque faz falta por isso, o nada não existe.


publicado por isabel-maria às 23:22
Sábado, 18 de Outubro de 2008

 Jesus disse: “Deixai vir a Mim os pequeninos”.

 

Ele não se estava a referir apenas às crianças porque a elas muito pouco poderia ensinar uma vez que o seu espírito ainda estava preso à infância física sujeita aos jogos dos instintos, mas também às almas desencarnadas, aos fracos e aos viciados.

 

Jesus queria que eles se entregassem a Ele com a mesma confiança das crianças.

 

“Deixai vir a Mim os pequeninos pois tenho o alimento que fortifica os fracos.

 

Deixai vir a Mim os tímidos e os débeis, que necessitam de amparo e consolo.

 

Deixai vir a Mim todos os sofredores, a multidão dos aflitos e dos infelizes, e Eu lhes darei o grande remédio para os males da vida, revelando-lhes o segredo da cura das suas feridas”.

 

Jesus refere-se a todos aqueles cujos espíritos têm poucas esperanças, aqueles que não acreditam em Deus, que a vida do corpo não é mais do que isso. Aqueles que têm falta de fé, a todos os que sofrem e que não têm esperança, aos infelizes porque acham que tudo lhes acontece e que Deus não se lembra deles. Aos doentes que precisam de consolo, aos rejeitados pela sociedade, aqueles que se sentem sós. Às almas desencarnadas que estão a sofrer desnecessariamente. A todos aqueles que julgam que o poder material é que conta, aos egoístas. A todos aqueles que por uma razão ou outra necessitam de crescer, de evoluir.

 

Então qual seria o grande remédio para os males da vida e o segredo da sua cura?

 

É o amor e a caridade.

 

Se houver amor teremos tudo o que poderemos desejar para viver na terra.

 

Porque com o amor não haverá nada que nos possa derrubar. Nem mesmo o ódio e a maldade daqueles que nos querem fazer mal.

 



publicado por isabel-maria às 01:12
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