Domingo, 04 de Outubro de 2009

Podemos pensar que amamos o próximo mas estamos muito enganados.

 

Por acaso quando passamos perto de alguém que não conhecemos cumprimentamos com bom dia?

 

Paramos um pouco para ouvir alguém que necessita de ajuda?

 

Damos alguma importância aos estrangeiros que vivem no nosso país em condições desumanas?

 

E quando encontramos alguém com deficiência mental pensamos logo coitado é um parvinho está louco.

 

Mas onde é que começa e acaba a loucura? Serão eles loucos ou seremos nós?
Não seremos nós mais dignos de pena que eles próprios?
 
Porque somos nós os perfeitos que não nos encontramos condicionados que cometemos as maiores loucuras.
 
 
Eles têm uma inteligência superior à nossa, são espíritos que sofrem com o constrangimento a que estão sujeitos.
 
Numa existência anterior poderiam ter sido uns génios e nessa qualidade abusaram e nesta existência vivem numa expiação imposta aos abusos de certas faculdades.
 
Poderá dizer-se que é um tempo de suspensão.
 
Têm consciência das suas limitações.
 
A superioridade moral não está sempre na razão da superioridade intelectual e os maiores génios podem ter muito a expiar e serem seres inferiores noutras existências.
 
 
Podemos dizer que ficam estropiados do cérebro, como o coxo o é das pernas. São espíritos sofredores.
 
O espírito em liberdade recebe directamente as suas impressões e exerce directamente a sua acção sobre a matéria, mas encarnado encontra-se em condições totalmente diferentes porque a sua acção neste caso sobre o cérebro encontra-se interrompida.
 
É sempre o corpo que tem as suas imperfeições e não o espírito.
 
Da mesma maneira que o espírito age sobre a matéria esta reage sobre ele numa certa medida podendo o espírito ficar momentaneamente impressionado pela alteração dos órgãos através dos quais se manifesta e recebe as suas impressões.
 
 
Pode acontecer que com o tempo quando a loucura dura bastante, a repetição dos mesmos actos acabe por exercer sobre o espírito uma influência da qual ele não se livrará senão depois da sua completa separação da matéria.
 

Não devemos olhar para esses irmãos como uns coitadinhos ou loucos e sim como filhos de Deus como nós, porque todos estamos na Terra para a nossa evolução espiritual.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por isabel-maria às 03:14
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