Segunda-feira, 07 de Dezembro de 2009

Já sabemos que a verdadeira caridade não consiste apenas na esmola que damos nem nas palavras de consolação que poderemos dizer.

 

A caridade ensinada por Jesus consiste na benevolência constante em relação a todos os que nos rodeiam.

 

Devemos saber amar todos como filhos de Deus.
 
Temos que aprender a amar todos os nossos inimigos e para isso temos que aprender a perdoar porque saber perdoar também é fazer caridade.
  
Devemos saber que cada vez que nos recusamos a perdoar somos mais repreensíveis e mais culpados do que aqueles a quem nós não perdoamos porque eles quase sempre não conhecem as leis de Deus como nós e lhes será sempre pedido menos do que a nós.
 
Da mesma maneira que não devemos julgar ninguém porque o juízo com que julgarmos nos será aplicado ainda mais severamente e também nós temos necessidade que Deus nos perdoe e seja tolerante porque nós próprios cometemos uma infinidade de erros.
 
Devemos saber ser tolerantes e benevolentes e praticar esta virtude com todos aqueles que não necessitam de esmola e que palavras de amor, de consolação e de encorajamento conduzirão a Deus.
 
E nunca nos poderemos esquecer de todos os nossos irmãos desencarnados porque também necessitam de muito amor.
 
Não devemos fazer diferenças entre nós e os sem-abrigo, criminosos, doentes, infelizes porque todos nós somos filhos do mesmo Pai.
  
Não devemos desprezar ninguém.
 
Os criminosos não devem ser marginalizados nem nunca nós devemos considerá-los uns miseráveis, nem devemos achar que eles desapareçam da face da Terra. Devemos pensar que são muito doentes e que necessitam de ajuda.
 
Temos que saber que se eles estão entre nós é para nos servirem de ensinamento e também eles irão aprender connosco.
 
Por isso deveremos orar por eles e dar-lhes assistência espiritual porque poderão arrepender-se dos actos que praticaram.
 
A sua alma revoltada foi criada como a nossa, para se aperfeiçoar.
 
Um dia a grande fraternidade reinará sobre a Terra e será a Lei de Deus que regerá os homens e todos os espíritos impuros serão dispensados pelos mundos inferiores de acordo com as suas tendências.
 
No entanto podemos pensar se um dia encontrarmos um criminoso em perigo de vida e para salvá-lo temos que expôr a nossa própria vida, como poderemos perdoá-lo e ajudá-lo sabendo que se escapar poderá cometer novos crimes?
 
Não devemos sequer julgá-lo porque toda a sua vida passada se ergue diante dele.
 
Se podermos, deveremos salvá-lo pois só assim poderemos dizer que estamos amando o próximo.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


publicado por isabel-maria às 20:47
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