Domingo, 07 de Fevereiro de 2010

Todos dizemos que acreditamos em Deus e todos falamos de Jesus.

 
Todos frequentamos igrejas das mais variadas religiões e todos nos intitulamos de óptimas pessoas com sentimentos de amor ao próximo praticando a caridade.
 
Quando nos sentimos aflitos passamos os dias a rezar mas estamos tão cegos que não vemos que rezamos da boca para fora em vez de o fazermos com o coração. Não nos tornamos umas pessoas melhores, continuamos egoístas, orgulhosos, não perdoamos nem somos tolerantes.
 
Assim não evoluímos, tornamo-nos fracos, temos muitas dificuldades em ultrapassar os obstáculos que nos surgem.
 
Quando julgamos ter conseguido algo na vida facilmente é destruído como se fosse um castelo de areia.
 
Todos temos que evoluir, então devemos proceder à prática sincera da lei do amor e da caridade.
 
As palavras de Jesus são eternas, porque são a verdade e a garantia da paz, da tranquilidade e da estabilidade dos homens.
 
Todos os que se apoiarem nas suas palavras serão estáveis como uma casa construída sobre a pedra.
 
O amor resume toda a doutrina de Jesus porque é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso realizado.
 
No inicio o homem só tem instintos, no estado mais avançado e corrompido só tem sensações e mais instruído e purificado tem sentimentos.
 
E o amor é o requinte do sentimento.
 
Portanto será feliz aquele que ama com imenso amor os seus irmãos em sofrimento. Da mesma maneira será feliz aquele que não conhece as angústias da alma nem do corpo. Os seus pés são leves e ele vive como se estivesse transportado fora de si mesmo.
 
O espírito deve ser cultivado como um campo. Toda a riqueza futura depende do trabalho actual que nos conduzirá à nossa evolução.


publicado por isabel-maria às 23:18
Sexta-feira, 01 de Janeiro de 2010

Os homens que se consideram cultos e inteligentes, julgam-se tão superiores a tudo e a todos que vivem só preocupados com o seu bem-estar e no que pode alimentar o seu orgulho e vaidade.

 

Nem sequer pensam em Deus, nem perguntam será que existe?
 
Negam tudo o que se refere à divindade e se por acaso concordam em admitir a sua existência não acreditam que tudo aquilo que possuem na Terra é porque Deus lhes concede e que também lhes pode retirar.
 
Não acreditam na vida eterna, nem admitem o mundo invisível e no poder extra-humano. Não é porque esteja fora do seu alcance mas porque o seu orgulho se revolta à ideia de alguma coisa superior a eles que os poderia fazer cair do seu pedestal.
 
Quando ouvem alguém falar em Deus consideram que se trata de uma pessoa simples, um pobre de espírito e não os levam a sério.
 
Nunca pensam que mais tarde ou mais cedo terão de entrar nesse mundo invisível que tanto riram e um dia quando abrirem os olhos irão reconhecer que erraram.
 
Jesus disse “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”.
 
Jesus estava a referir-se aos humildes. Ao dizer que o Reino dos Céus é para os simples, Jesus ensina que ninguém será nele admitido sem a simplicidade do coração e a humildade do espírito.
 
O ignorante que possui estas qualidades será preferido ao culto e inteligente que acredita mais em si próprio do que em Deus.
 
Jesus em todos os seus actos coloca a humildade entre as virtudes que nos aproximam de Deus e o orgulho entre os vícios que Dele nos afastam.
 
Existe uma razão natural pois a humildade é uma atitude de submissão a Deus, enquanto o orgulho é a revolta contra Ele.
 
Um dia um dos discípulos perguntou a Jesus “quem é o maior no Reino dos Céus”. Então Jesus chamou um menino e colocou-o no meio deles e disse: “na verdade vos digo que se não vos fizerdes como meninos, não entrareis no Reino dos Céus. Todo aquele, pois, que se humilhar e se fizer pequeno como este menino, esse será o maior no Reino dos Céus. E o que receber em Meu nome um menino como este, a Mim é que recebe”.
 
Num sábado entrou Jesus em casa de um dos principais fariseus a tomar a sua refeição, notou como os convidados escolhiam os primeiros lugares à mesa e disse a seguinte parábola: “quando fores convidado a alguma boda não te assentes no primeiro lugar, porque pode ser que esteja ali outra pessoa, mais autorizada que tu, convidada pelo dono da casa e que, vindo este, que te convidou a ti e a ele, te diga: dá o teu lugar a este: e tu, envergonhado, vás buscar o último lugar. Mas, quando fores convidado, vais tomar o último lugar, para que quando vier o que te convidou, te diga: amigo senta-te mais para cima. Servir-te-á isto então de glória, na presença dos que estiverem juntamente sentados à mesa. Porque todo aquele que se exalta será humilhado; e todo aquele que se humilha será exaltado”.
 
Todas estas palavras são consequência do princípio de humildade que Jesus coloca incessantemente como condição essencial da felicidade.
 
Falou no menino como exemplo de simplicidade de coração dizendo que todo aquele que se fizer pequeno como este menino será o maior no Reino dos Céus. Porque todas as crianças são inocentes, humildes, não têm orgulho nem vaidade. Passam a vida brincando sem se preocuparem com o dia que passou nem com o dia que há-de vir.
 
E todos nós deixámos de ser crianças, perdemos todas essas qualidades.
 
O espiritismo veio mostrar que os grandes no mundo dos espíritos são os que foram pequenos na Terra e que frequentemente são bem pequenos os que foram grandes e poderosos. Os primeiros levaram consigo ao morrer aquilo que unicamente constitui a verdadeira grandeza no Céu e que nunca se perde – as virtudes, enquanto os outros tiveram que deixar aquilo que os fazia grandes na Terra e que não se pode levar como o caso da fortuna, dos títulos e até o seu sangue azul. Estes chegam ao outro mundo como uns náufragos que perderam tudo. Mas no entanto conservam o seu bem mais precioso – o orgulho. E é esse orgulho que torna mais humilhante a sua nova posição quando vêem acima deles todos aqueles que espezinharam na Terra.
 
O espiritismo mostra-nos também que nas encarnações sucessivas onde aqueles que mais se elevaram numa existência, são abaixados até ao último lugar na existência seguinte se por acaso se deixaram dominar pelo orgulho e ambição. Porque o espírito assim o exige para a própria evolução.
 
Não devemos procurar o primeiro lugar nem devemos querer sobrepor-nos aos outros porque poderemos ser obrigados a descer.
 
Deveremos procurar ser o mais humilde e o mais modesto possível porque Deus saberá nos dar aquilo que realmente merecemos.
 
 
 


publicado por isabel-maria às 18:11
Segunda-feira, 07 de Dezembro de 2009

Já sabemos que a verdadeira caridade não consiste apenas na esmola que damos nem nas palavras de consolação que poderemos dizer.

 

A caridade ensinada por Jesus consiste na benevolência constante em relação a todos os que nos rodeiam.

 

Devemos saber amar todos como filhos de Deus.
 
Temos que aprender a amar todos os nossos inimigos e para isso temos que aprender a perdoar porque saber perdoar também é fazer caridade.
  
Devemos saber que cada vez que nos recusamos a perdoar somos mais repreensíveis e mais culpados do que aqueles a quem nós não perdoamos porque eles quase sempre não conhecem as leis de Deus como nós e lhes será sempre pedido menos do que a nós.
 
Da mesma maneira que não devemos julgar ninguém porque o juízo com que julgarmos nos será aplicado ainda mais severamente e também nós temos necessidade que Deus nos perdoe e seja tolerante porque nós próprios cometemos uma infinidade de erros.
 
Devemos saber ser tolerantes e benevolentes e praticar esta virtude com todos aqueles que não necessitam de esmola e que palavras de amor, de consolação e de encorajamento conduzirão a Deus.
 
E nunca nos poderemos esquecer de todos os nossos irmãos desencarnados porque também necessitam de muito amor.
 
Não devemos fazer diferenças entre nós e os sem-abrigo, criminosos, doentes, infelizes porque todos nós somos filhos do mesmo Pai.
  
Não devemos desprezar ninguém.
 
Os criminosos não devem ser marginalizados nem nunca nós devemos considerá-los uns miseráveis, nem devemos achar que eles desapareçam da face da Terra. Devemos pensar que são muito doentes e que necessitam de ajuda.
 
Temos que saber que se eles estão entre nós é para nos servirem de ensinamento e também eles irão aprender connosco.
 
Por isso deveremos orar por eles e dar-lhes assistência espiritual porque poderão arrepender-se dos actos que praticaram.
 
A sua alma revoltada foi criada como a nossa, para se aperfeiçoar.
 
Um dia a grande fraternidade reinará sobre a Terra e será a Lei de Deus que regerá os homens e todos os espíritos impuros serão dispensados pelos mundos inferiores de acordo com as suas tendências.
 
No entanto podemos pensar se um dia encontrarmos um criminoso em perigo de vida e para salvá-lo temos que expôr a nossa própria vida, como poderemos perdoá-lo e ajudá-lo sabendo que se escapar poderá cometer novos crimes?
 
Não devemos sequer julgá-lo porque toda a sua vida passada se ergue diante dele.
 
Se podermos, deveremos salvá-lo pois só assim poderemos dizer que estamos amando o próximo.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


publicado por isabel-maria às 20:47
Sábado, 07 de Novembro de 2009

O espírito encontra-se preparado para vir à terra para completar mais um ciclo de vida então pede a Deus O qual lhe concede.

 

Começa toda a preparação tem já o Guia Protector e o seu Anjo da Guarda começa a escolha dos seus pais, da vida que vai ter e o local onde irá nascer e acompanhado pelo Anjo da Guarda começa a fase do esquecimento o espírito tem que ser preparado pois terá que ter o tamanho do feto.

 

Tudo isto começa muito antes da concepção.

 

E na terra os pais encontram-se e chega o momento em que se dá a fecundação. Desde essa altura que há vida pois uma célula é vida e esta multiplica-se.

 

Só que o bebé é indesejado pensa-se no aborto. Pois julgam que apesar de ter alguns dias não tem o aspecto de um ser humano então não há quaisquer problemas.
 
Só que o espírito grita, deixem-me viver, mas ninguém o ouve.
 
Hoje em dia tanto se fala na despenalização do aborto e em clínicas próprias para o praticar que ninguém pensa que aquele feto necessita de alguém que o proteja e nesse momento não tem ninguém.
 
Quando se maltrata uma criança vêm sempre os pais em sua defesa e neste caso poderá haver alguém que se recuse a fazer o aborto e então o bebé nasce e nessa altura toda a gente fica feliz. É um bebé saudável. E o espírito teve a sua oportunidade de vir à terra completar mais um ciclo de evolução.
 
E aquele corpo cresce, fica velho e poderá ficar doente, muito doente, acamado numa cama do hospital, cheio de dores ligado às máquinas e grita que não quer mais viver, quer morrer e pede aos médicos que lhe desliguem as máquinas, não quer mais sofrer e novamente o espírito grita deixem-me viver eu necessito de mais tempo ainda não chegou a hora de partir e o seu Anjo da Guarda está lá, sempre esteve, só que aquele corpo não sabe disso só quer é morrer está farto de sofrer pede aos médicos, aos familiares e aos amigos que o ajudem a morrer e o espírito continua a gritar que ainda não chegou a hora e há sempre um médico que não liga ao que é pedido e tenta ajudar aquele corpo para que sofra o menos possível até que a morte chegue naturalmente.
 
Pois o espírito só abandona o corpo quando este não tem mais capacidade de sobreviver e o Anjo da Guarda está lá e nessa altura continua junto do espírito só o abandona quando ele for um espírito em evolução.
 
E a nossa sociedade, cada vez mais vê o aborto e a eutanásia como uma solução para todos os problemas, como se a vida de um corpo não fosse mais do que só um corpo.
 


publicado por isabel-maria às 23:02
Domingo, 04 de Outubro de 2009

Podemos pensar que amamos o próximo mas estamos muito enganados.

 

Por acaso quando passamos perto de alguém que não conhecemos cumprimentamos com bom dia?

 

Paramos um pouco para ouvir alguém que necessita de ajuda?

 

Damos alguma importância aos estrangeiros que vivem no nosso país em condições desumanas?

 

E quando encontramos alguém com deficiência mental pensamos logo coitado é um parvinho está louco.

 

Mas onde é que começa e acaba a loucura? Serão eles loucos ou seremos nós?
Não seremos nós mais dignos de pena que eles próprios?
 
Porque somos nós os perfeitos que não nos encontramos condicionados que cometemos as maiores loucuras.
 
 
Eles têm uma inteligência superior à nossa, são espíritos que sofrem com o constrangimento a que estão sujeitos.
 
Numa existência anterior poderiam ter sido uns génios e nessa qualidade abusaram e nesta existência vivem numa expiação imposta aos abusos de certas faculdades.
 
Poderá dizer-se que é um tempo de suspensão.
 
Têm consciência das suas limitações.
 
A superioridade moral não está sempre na razão da superioridade intelectual e os maiores génios podem ter muito a expiar e serem seres inferiores noutras existências.
 
 
Podemos dizer que ficam estropiados do cérebro, como o coxo o é das pernas. São espíritos sofredores.
 
O espírito em liberdade recebe directamente as suas impressões e exerce directamente a sua acção sobre a matéria, mas encarnado encontra-se em condições totalmente diferentes porque a sua acção neste caso sobre o cérebro encontra-se interrompida.
 
É sempre o corpo que tem as suas imperfeições e não o espírito.
 
Da mesma maneira que o espírito age sobre a matéria esta reage sobre ele numa certa medida podendo o espírito ficar momentaneamente impressionado pela alteração dos órgãos através dos quais se manifesta e recebe as suas impressões.
 
 
Pode acontecer que com o tempo quando a loucura dura bastante, a repetição dos mesmos actos acabe por exercer sobre o espírito uma influência da qual ele não se livrará senão depois da sua completa separação da matéria.
 

Não devemos olhar para esses irmãos como uns coitadinhos ou loucos e sim como filhos de Deus como nós, porque todos estamos na Terra para a nossa evolução espiritual.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por isabel-maria às 03:14
Segunda-feira, 07 de Setembro de 2009

Será que todas as doenças mentais são do foro patológico?

 

É claro que não a grande maioria têm a sua origem em problemas espirituais.
 
A grande maioria destas pessoas têm uma grande sensibilidade e são perturbadas pelos nossos irmãos desencarnados e por essa razão têm como causa física depressões, convulsões, epilepsias, sonambulismo e muito mais o que as leva a procurar um médico.
 
Muitas vezes têm conhecimento do que se está a passar mas não querem acreditar preferem consumir medicamentos, ficarem numa cama do hospital a terem uma evolução espiritual.
 
Com o consumo dos medicamentos, o corpo fica cada vez mais enfraquecido o que os torna um alvo fácil para os nossos amigos brincalhões, que fazem tudo o que querem a essas pessoas levando-as muitas vezes ao suicídio.
 
Muitas vezes frequentam centros espirituais mas passado algum tempo deixam de lá ir. Julgam que isso não é para elas.
 
Todos os seus sintomas resolvem-se com um simples comprimido, mas estão enganadas.
 
Todos estes sintomas desaparecem à medida que nós crescemos espiritualmente, aprendemos a defender-nos destes nossos irmãos que não sabem o que fazem e por sua vez também os podemos ajudar falando com eles ajudando-os também a crescer até aprenderem a ouvir a palavra de Deus aprendendo o caminho da evolução.
 
Têm que ter fé, acreditar que Deus existe e que está sempre a ajudar-nos.


publicado por isabel-maria às 00:33
Sexta-feira, 07 de Agosto de 2009

Todos vivemos em constante competição. Tentamos ser os melhores na escola, tentamos ser os mais competitivos no trabalho, tentamos sempre ganhar mais, gostamos de ser vaidosos, dar nas vistas, queremos a melhor casa, o melhor carro, queremos sempre competir, queremos andar em festas e adoramos divertir-nos.

 

E a grande maioria das vezes olhamos para os outros e achamos que são uns desgraçados.
 
Coitados olha a roupa que têm vestida está rota, os sapatos todos velhos, nem casa têm, são uns pobres coitados.
 
E esta é a visão que a nossa sociedade tem acerca daqueles que consideramos os menos privilegiados.
 
Mas eles são bastante felizes.
 
Nós como vivemos absorvidos pela nossa competição nem reparamos que no fundo os desgraçados somos nós.
 
Pois não conseguimos ver mais além do presente.
 
Porque a verdadeira desgraça está mais nas consequências de uma coisa, do que na própria coisa.
 
Por exemplo, um feliz acontecimento poderá trazer graves consequências o que na realidade o torna mais desgraçado do que um acontecimento inicialmente aborrecido que acaba por produzir o bem.
 
Muitas vezes quando nos deparamos com grandes tempestades que provocam quedas de árvores nós dizemos sempre que desgraça, mas esquecemo-nos que a finalidade daquela tempestade foi a de purificar a atmosfera e dissipar as bactérias e outros vírus que poderiam provocar a morte de muita gente.
 
Então esta tempestade não é uma desgraça mas sim uma felicidade.
 
Temos que aprender que para julgar uma coisa é necessário analisarmos as consequências.
 
Do mesmo modo que para julgarmos o que é realmente felicidade ou desgraça para o homem é necessário que se transporte para além desta vida porque é lá que as consequências se manifestam.
 
Tudo aquilo que para os homens é considerado desgraça, de acordo com a sua curta visão cessa com a vida e tem a sua compensação na vida futura.
 
A desgraça é tudo aquilo que nós costumamos desejar ou seja: a alegria, o prazer, a fama, a louca satisfação de vaidade, é tudo o que asfixia a nossa consciência e oprime o nosso pensamento.
 
A desgraça é o ópio do esquecimento.
 
Todo aquele que se sente realizado hoje de alegria, vaidade e prazer deverá tremer, aquele que chora deverá ter esperança.
 
Porque ninguém poderá fugir ao seu destino nem enganar Deus.


publicado por isabel-maria às 21:39
Quinta-feira, 09 de Julho de 2009

Deus não tem corpo é uma energia. Deus é uma fonte de vida infinita. Deus é todo o universo visível e invisível aos nossos olhos. Deus é amor.

 

E todos somos filhos de Deus feitos à sua imagem e semelhança. Todos somos feitos da mesma energia e a essa energia nós chamamos de espírito. E o espírito está sempre em evolução.

 

É um ciclo de vida com várias etapas que podemos definir de alma desencarnada – perispirito – espírito – evolução – nova missão de aperfeiçoamento – estado de esquecimento (porque antes de virmos à terra temos que nos esquecer da missão e no principio do estado de esquecimento já temos o Anjo da Guarda) – gravidez – nascimento – alma encarnada.

 

A Terra é um local de progressão, é na Terra que temos tudo para que se possa progredir, temos que atingir um nível mais elevado. E é através da encarnação que isso acontece. Poderá dizer-se que a encarnação é a necessidade de voltar à Terra noutro corpo. A partir do momento do nascimento, passamos a ser designados de almas encarnadas e passamos a ser compostos por três elementos pelo espírito que é a nossa força, pelo corpo espiritual ou perispirito que envolve o corpo carnal mas de composição não espiritual e não é visível e o corpo carnal ou corpo material sem o qual não nos é possível viver sobre a Terra.
 
Sem a matéria o espírito não pode agir na Terra e sem o espírito a matéria não pode agir.
 
Quando o corpo morre, dependendo do apego material, assim o espírito e o perispirito são obrigados a abandoná-lo, o que poderá levar dias, meses ou anos, porque este começa imediatamente a decompor-se. Então passamos a ser designados por almas desencarnadas e poderá dizer-se que é a libertação do espírito da matéria.
 
Como almas desencarnadas podemos buscar a escuridão ou a clareza. A visão da alma depende das aflições e mediante as inquietações assim procuramos mundos paralelos ao da Terra ou mundos inferiores ou superiores.
 
Movemo-nos à velocidade do pensamento e vemo-nos como se tivéssemos corpo. Não identificamos a morte do nosso corpo, temos apego aos bens materiais e familiares. Muitas vezes julgamos ouvir vozes dos familiares ou amigos e movemo-nos para junto delas e podemos ir parar a sítios completamente distantes dos lugares onde vivíamos. Sentimos revolta porque falamos com a família e amigos e não obtemos resposta.
 
Somos influenciados por vozes da Terra ou por outros espíritos, vivemos atormentados, ansiamos a luz, pensamos que Deus nos vai castigar, tememos a Justiça Divina.
 
Rejeitamos a voz do Anjo da Guarda vivemos no desconhecimento.
 
Se após a morte do nosso corpo vivermos muito tempo ligados à vida da Terra desconhecemos a morte do corpo, vivemos na escuridão e somos obcecados pela matéria. Poderá haver alguém na Terra que se queira aproveitar de nós e nos utilize para proveito próprio como poderemos ser usados por outros espíritos menos evoluídos.
 
No estado de alma desencarnada, quando vemos que se deu a morte do nosso corpo e já temos algum conhecimento e antes de chegarmos a perispirito, poderemos não querer evoluir mais e servimo-nos dos conhecimentos condicionados que temos e projectamo-nos como se tivéssemos corpo e poderemos brincar com os seres encarnados da Terra, poderemos sentarmo-nos à mesa, tomamos banho e dormimos com eles.
 
Se tivermos sido na Terra seres que gostávamos de trabalhar podemos projectar-nos e julgamos que estamos a trabalhar.
 
Quando temos conhecimento da nossa morte e já vamos escutando a comunicação com o Anjo da Guarda passamos a ser designados de perispirito.
 
Sentimo-nos bem ao ouvir a voz do nosso Anjo da Guarda que é calma então entramos no estado de evolução.
 
Mas poderemos não querer evoluir mais e usamos os nossos conhecimentos para brincar e passamos por falsos profetas dizemos ser o Santo A ou B, como a mente das almas encarnadas é um livro aberto, podemos falar das suas vidas e elas até acreditam. Podemos brincar fazendo bater portas ou janelas, assustá-las porque isto nos diverte.
 
Neste estado até podemos formar grupos para dominar e manipular sejam eles constituídos por almas encarnadas ou desencarnadas.
 
Conseguimos mexer nas coisas somos perispiritos brincalhões, negamos as Leis de Deus – aqui existe um princípio evolutivo para proveito próprio – negamos o Anjo da Guarda e qualquer ajuda. Temos os hábitos e os costumes terrenos e fazemos as coisas sem sermos vistos na Terra.
 
Buscamos faculdades que não tínhamos na Terra e isso agrada–nos, tememos a Justiça Divina e ficamos um tempo acumulando dividas.
 
Conforme foi o nosso temperamento e falsidade na Terra assim continuamos.
 
Como perispiritos podemos identificar a morte aceitando–a ou negando–a usufruindo dela como se ainda tivéssemos corpo.
 
Como perispiritos e em determinados estados sabemos tudo das almas encarnadas. Dentro do estado de perispirito se tivermos tido mediunidade na Terra manipulamos, gerimos e moldamo-nos perante a identificação dos conhecimentos espirituais.
 
Quando vemos a morte e aceitamos que algo nos aconteceu e buscamos perguntas encontramo-nos no acto de perispirito que é o espírito no estado evolutivo porque queremos a evolução.
 
Já nos estamos a libertar dos apegos aos bens materiais e damos contas a Deus por tudo aquilo que fizemos. E chegamos a espírito aceitamos a morte do nosso corpo, aceitamos as Leis de Deus, reconhecemos os nossos erros, não temos apegos às coisas materiais nem familiares, aceitamos o que o Anjo da Guarda transmite e pedimos ajuda a Deus para corrigir todos os nossos actos na Terra.
 
Aceitamos tudo o que é Divino, queremos redimir-nos, não pomos nada em causa e procuramos libertar-nos dos tormentos. Queremos viver o mundo lindo e perfeito que Deus nos proporciona, queremos crescer para podermos ser felizes, procuramos toda a base de ensinamento de Cristo, toda a acção de graças perante a acção de entre ajuda.
 
Como espíritos somos fonte da vida, somos energia e não temos configuração.
 
Desejamos o nosso aperfeiçoamento. Como espíritos somos toda a grandeza de Deus nosso Pai. Temos amor ao próximo e a Deus.
 
Depois deste estado estamos em evolução e buscamos nova missão de aperfeiçoamento que Deus nos concede e passamos ao estado de esquecimento e temos a gravidez, nascemos e voltamos a ser almas encarnadas.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
                                                                                       


publicado por isabel-maria às 02:58
Segunda-feira, 08 de Junho de 2009

Estamos sempre a esquecer de sermos humildes, no entanto sem humildade não podemos fazer caridade.

 

A humildade é um sentimento que nos mostra que somos todos irmãos e que devemos ajudar-nos mutuamente e nos encaminha ao bem. Se não formos humildes enfeitamo-nos de virtudes que não possuímos é como se vestíssemos uma roupa para esconder alguma deformidade do nosso corpo.
 
Todos os dias devemos lembrar-nos de Jesus Cristo e da sua humildade que O fez tão grande e elevou acima de todos os profetas.
 
O orgulho é o terrível adversário da humildade.
 
Nós somos todos iguais. Deus não colocou qualquer distinção pelos nossos corpos. A apresentação que temos é a que os homens podem classificar de rico e de pobre e mesmo assim o rico e o pobre colocados ao lado um do outro sem roupa o rico poderá achar-se superior ao outro em virtude do seu sangue ser mais nobre. Mas fazendo análise ao sangue do rico e do pobre não existe uma diferença que lhe classifique a nobreza.
 
Mas certamente o nobre tem o orgulho que por si só faz toda a diferença. Ele considera que quanto mais riqueza acumular na Terra mais méritos terá no Céu. Sem nunca chegar a pensar que se Deus lhe deu a possibilidade de adquirir determinada riqueza não é só para proveito próprio e sim também para ajudar aqueles que necessitam. E que se Deus lhe permite possuir na Terra tal riqueza também a pode retirar de um momento para o outro.
 
O rico deve lembrar-se que um dia também já foi pobre.
 
Devemo-nos lembrar que todos os homens são iguais aos olhos de Deus, somente as virtudes os distinguem. Todos os espíritos são da mesma essência e todos os corpos feitos da mesma massa.
 
Todos os títulos e nomes que possuímos na Terra ficam no túmulo e se um dia desejarmos possuir títulos de nobreza será através da humildade e da caridade.
 
Um dia Jesus disse:
 
“ Graças te dou a Ti, Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondestes estas coisas aos sábios e aos prudentes, e as revelastes aos simples e pequeninos”.
 
Os simples e pequeninos são os considerados pelos ricos de pobres de espírito.
 
Os simples e pequeninos são os humildes, que acreditam em Deus e que sabem que a vida é eterna. E a estes Deus lhes revela os segredos do Céu.
 
Os sábios são os orgulhosos que julgam que Deus não existe que depois da morte do corpo tudo acaba. A estes Deus lhes deixa a procura dos segredos da Terra.
 
Deus não impõe nada. Poderia mostrar-lhes e provar-lhes a sua existência, mas não o faz não quer abrir-lhes os olhos à força quando eles gostam de os ter fechados.
 
Se eles se recusam a acreditar na existência de Deus é porque o seu espírito ainda não está preparado, porque o orgulho é uma venda que lhes tapa os olhos.
 
Deus não abandona ninguém, Ele sabe que um dia irão abrir os olhos pela sua própria vontade, então irão pedir-lhe perdão.
 
Devemos agradecer a Deus por nos dar oportunidade de estar aqui todas as semanas e ao Irmão que nos ajuda na nossa evolução mas não devemos ficar orgulhosos por aquilo que sabemos.
 
Devemos sim ter mais humildade e com essa humildade fazermos mais caridade.
 
 
 


publicado por isabel-maria às 23:06
Segunda-feira, 04 de Maio de 2009

Como devemos já saber a verdadeira felicidade não existe na Terra. No entanto poderemos gozar de uma felicidade relativa.

 

A felicidade é procurada pelo homem nas coisas mais fúteis em gozos materiais em vez de procurá-la nos gozos da alma.

 

O homem deverá buscar a paz no coração que é a única verdadeira felicidade neste mundo, no entanto procura o que o pode agitar e perturbar.

 

O homem parece que cria de propósito os tormentos que só ele poderia evitar.

 

Não deve haver maiores tormentos de que os causados pela inveja e o ciúme. Para o invejoso e o ciumento não existe paz mas sim sofrimento.

 

Passam todo o tempo da sua existência preocupados com a vida dos outros, da sua riqueza, dos seus sucessos, o que lhes provoca insónias e vertigens e o seu único interesse é o de conseguir influenciar outras pessoas como eles e contagia-las com a sua cólera de ciúme e inveja.

 

São insensatos não pensam que um dia terão que abandonar todas estas futilidades, cuja cobiça lhes envenena a vida.

 

Para eles não haverá compensação no Céu e não é a eles que se aplica estas palavras:

 

“Bem Aventurados os aflitos, porque serão consolados”.

 

Quantos tormentos consegue evitar aquele que vive e se contenta com aquilo que tem, que vê sem inveja o que os outros possuem e que não procura parecer mais do que aquilo que é.

 

Para este indivíduo está sempre rico, pois se olhar para baixo em vez de olhar para cima de si mesmo vê sempre os que possuem menos do que ele.

 

Está sempre calmo e quando há tormentos a calma torna a vida mais feliz.



publicado por isabel-maria às 22:54
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